domingo, 28 de agosto de 2011

Clipe: Bom Dia, Anjo


A cantora que eu não conhecia ainda e cujo trabalho mais me impressionou nesses primeiros oito meses de 2011 chama-se Tabatha Fher. Natural do Espírito Santo e radicada em São Paulo, ela canta com igual desenvoltura em português e inglês, e dedica sua voz suavemente aveludada, em especial, a clássicos do jazz e da bossa nova. Tabatha está gravando seu primeiro CD, com previsão de sair em breve. Em maio, ela foi a convidada de Jair Oliveira para a faixa do mês do disco virtual Jair Oliveira 2011 (todo mês ele sobe pro Soundcloud uma música que faz parte do CD - baixe em http://www.jairoliveira.com.br/sambazz/news_ler.php?id=141).

No Blog Oficial, Jair contou em 28 de maio que escolheu "Bom Dia, Anjo" como faixa daquele mês porque faz 10 anos que ele compôs, em Londres, como homenagem a sua esposa, esta canção, lançada no CD Outro (2002).




Bom Dia, Anjo (Jair Oliveira)
Com Jair Oliveira e Tabatha Fher

Conceito, direção e edição - Jair Oliveira
Câmera - Jair Oliveira e Tabatha Fher

Música da Semana: "Ótima" - Baia


A música desta semana aqui no blog é "Ótima", parceria de Maurício Baia, que a gravou, com Gabriel Moura e Rogê. É a oitava faixa do CD Habeas Corpus, lançado em 2006.

Equilibrando-se entre o samba/MPB e o rock/pop, Baia nasceu em Salvador, foi criado no Recife e mora no Rio desde o começo dos anos 1990 - era um recém-chegado quando participou do projeto O Baú do Raul, em 1992. Um ano antes, montou a banda Baia & Os Rockboys, com os quais lançou três CDs, até partir para a carreira solo, do qual este disco é o marco inaugural. No final de 2009, gravou no Circo Voador (Rio) o CD e DVD Baia no Circo - de Habeas Corpus entraram quatro músicas, mas "Ótima" ficou de fora. No próximo dia 10 de setembro, Baia, retornando da Europa, volta a fazer o show Baia no Circo no local onde o gravou

Os autores de "Ótima", Baia, Gabriel e Rogê integram o coletivo 4 Cabeça, ao lado de Luis Carlinhos, diretor do CD+DVD Baia no Circo.

A faixa destacada segue a linha do "samba pop" - alguns instrumentos típicos, e aqui e ali uma levada, de samba, dando um sabor especial a esta história do patrão que vai percebendo um jogo de sedução por parte de sua empregada doméstica. Na letra, há uma sutil referência a Roberto Carlos.



Daniel Piza: "Indústria cultural não tem interesse em opiniões contundentes e independentes"


O Diário do Pará (Belém) deste domingo entrevistou Daniel Piza, colunista d'O Estado de São Paulo e autor do livro Jornalismo Cultural. Piza, que virá ao Pará participar da 15ª Feira Pan-Amazônica do Livro, que acontece de 2 a 11 de setembro, defende que os espaços culturais dos veículos se mantenham criativos e críticos, mesmo que isso não seja de interesse da indústria cultural. Ao mesmo tempo, entende que na internet a crítica ainda não está tão solta quanto seria de se esperar. Leia a seguir a entrevista na íntegra. O texto foi publicado originalmente no Diário do Pará. A entrevista foi realizada por Márcia Carvalho.

P: O Brasil é um país onde a maioria da população não tem acesso a bens culturais. Segundo dados do IBGE/Ipea (2009), apenas 14% da população vai ao cinema – e apenas uma vez por ano. O orçamento para Cultura não chega a 1%, o mínimo recomendado pela Unesco. Por que é revelante falar de cultura na imprensa? Qual a importância de um caderno cultural num país como o Brasil?

R: Naturalmente os cadernos culturais não podem preencher essa vasta lacuna cultural brasileira, que tem a ver com educação, economia e outros fatores históricos. Mas é relevante falar de cultura para as pessoas que têm alguma vida cultural, para que a ampliem e aprofundem, e para atrair jovens com interesse potencial, afinal todos nós fomos um dia incorporados a esse universo. Num país como o Brasil a TV teria um papel preponderante nessa atração, mas infelizmente vemos raros exemplos de jornalismo cultural na TV aberta. Os países mais desenvolvidos são os que têm maior índice de leitura e de consumo cultural, mas é preciso um esforço para que os campos se estimulem mutuamente. Como diz um amigo, é bom também “educar a elite”, ou seja, mostrar às pessoas que têm condições econômicas que cultura não é só verniz e diversão, mas algo que faz repensar valores e caminhos.

P: Nos últimos anos a mídia fundiu cultura e entretenimento. O que isso representou para o jornalismo cultural?

R: A cultura sempre teve um aspecto de entretenimento. Os gregos acompanhavam o teatro na era clássica como hoje os brasileiros acompanham as novelas na TV. Shakespeare era visto num local onde os ingleses elisabetanos também se divertiam com ursos sendo surrados. Mozart lotava casas de ópera em Viena, Beethoven era tão famoso que o paravam na rua para pedir autógrafo. Dickens e Balzac não eram lidos por intelectuais apenas, mas pela classe média urbana. Por outro lado, a dança de um Fred Astaire levava milhões aos cinemas, mas era um produto de arte de alto refinamento. O que cabe ao jornalismo cultural não é tanto separar uma coisa da outra, mas identificar aquelas obras e ideias que vão ficar, que vão transcender a moda e se tornar referências para outras gerações.

P: Qual sua avaliação do jornalismo cultural praticado no Brasil atualmente?

R: Ele ainda é, como escrevi em 2003 no meu livro sobre o tema, preso demais às agendas de eventos e ao culto das celebridades. Ainda temos pouca criatividade nas pautas e nos textos e o espaço da crítica foi banalizado, convertido em breves avaliações impressionistas.

P: Qual o papel da crítica e por que se tornou tão complicado mantê-la nos jornais?

R: A crítica é fundamental na história da civilização, filha do ensaísmo de Montaigne e da mentalidade iluminista. Significou a liberdade de qualquer cidadão de formar sua opinião própria, a partir de interpretações feitas por pessoas dedicadas ao exame de obras e ideias. O jornalismo cultural nasceu com forte teor crítico há mais de 300 anos. Mas ao longo do século 20 a crítica foi se tornando algo com pretensões de ciências exatas e ficando mais e mais ilegível, escrita com jargões, não mais com o velho e bom tom de abordagem ensaística, ao mesmo tempo pessoal e profissional. Além disso, a indústria cultural ganhou muita força e as publicações não souberam resistir e se converteram em caixas de ressonância dessa indústria, a qual não tem interesse em opiniões contundentes e independentes.

P: Com a explosão de sites e blogs na internet e, mais recentemente, das mídias sociais, qual o principal desafio do jornalista que trabalha com cultura, dentro e fora das redações?

R: Minha esperança era que esses espaços mais soltos, anárquicos, permitissem o retorno de uma voz autoral, de um texto menos comprometido, mas por enquanto só há exceções. O desafio dos jornalistas culturais diante dessas novas “plataformas” é manter a seriedade, não se dispersar, já que a leitura em internet tende a ser muito veloz e achista.

P: A produção cultural que se dá fora dos grandes centros (Rio/SP) dificilmente encontra espaço na grande mídia nacional. Existe algum caminho para reverter isso?

R: Em geral a cobertura fora das metrópoles se limita a eventos localizados, como feiras de livros, festivais de teatro e dança, mostras de cinema. Seria importante acompanhar mais a cena real, no dia a dia, e dar voz a criadores que não conseguem chegar às grandes editoras, produtoras etc. Mesmo com a internet, a realidade da maioria dos artistas é a de muita dificuldade para aumentar seu público, exceto fenômenos muito específicos, ligados a fatores nem sempre estéticos. O caminho é pesquisar e ousar.

P: Como melhorar o nível do jornalismo cultural? O que as empresas jornalísticas, mas, sobretudo, os próprios jornalistas da área devem buscar?

R: Há uma questão básica, que a obviedade deveria dispensar, mas não entendo que um jornalista cultural seja inculto. Formação é essencial, e ela deve ser ampla, não apenas focada numa área específica, por mais que sempre nos inclinemos a ficar com dois ou três temas preferenciais. O crítico de cinema é melhor se conhece história, por exemplo. E é só melhorando o nível dos jornalistas culturais que o jornalismo cultural vai melhorar. Ao mesmo tempo, as empresas de comunicação precisam dar mais espaço para a criatividade, a contestação, mesmo que erros seja cometidos.

P: Como será a sua participação no evento?

R: Farei uma palestra sobre Euclides da Cunha, sobre quem escrevi um livro e fiz um pequeno documentário depois de uma viagem em 2009 ao longo do rio Purus, viagem que recriou a que ele havia feito em 1905. A parte amazônica da obra de Euclides ficou esquecida em função da importância de “Os Sertões”, mas também é muito importante pelas questões que antecipa.

P: Como foi percorrer o mesmo caminho de Euclides da Cunha? O que mais surpreendeu ou marcou você durante essa expedição?

R: Muitas coisas me marcaram, e não só os piuns! A hospitalidade dos ribeirinhos, seus problemas em saúde e educação, a sensação labiríntica do rio, o número de índios que Euclides não viu. Ele viu seringais lotados, nós não encontramos nem sequer um ativo. E, claro, fiquei ainda mais consciente do heroísmo daquela expedição, das tantas coisas que Euclides enfrentou para cumprir sua missão demarcatória. Ele não foi um pioneiro apenas nas letras.

P: Você tem vários livros publicados. No seu caso, tornar-se escritor foi uma consequência natural da profissão de jornalista? Acredita que uma atividade complementa a outra?

R: Acredito. Antes mesmo de ser jornalista pensava em ser escritor. Mas nem todo escritor sabe ser bom jornalista e, sobretudo, vice-versa... Escrever livros é outra arquitetura, exige mais método e paciência, além de dar bem menos retorno financeiro... Escrevo livros porque gosto e porque acho que aqueles temas exigiam novas abordagens.

P: O que falta para o Brasil tornar-se de fato um país de leitores?

R: Muita coisa... Como eu disse, o desenvolvimento econômico é um fator fundamental, mas não o único. Na Rússia, por exemplo, a economia está pior e as pessoas leem muito mais. Sinto um desdém geral pela importância de ler no Brasil. Ou melhor, pelo prazer de ler. Todo o esforço deve ser no sentido de combater esse desdém.



sábado, 27 de agosto de 2011

Música Porto Alegre: 7ª Noite Senhor F


Música Rio de Janeiro: Nova Música Brasileira

Vivian Benford, Ana Élle, Sound Bullet e Christiano Dortas disputam nesta segunda, 29 de agosto, uma vaga na 2ª edição do Nova Música Brasileira. A banda vencedora ficará em destaque no portal Oi Novo Som em outubro e abrirá o show de uma banda no Circo Voador no mês seguinte.

Na semana passada, Los Bife garantiram a primeira vaga para a final, que será realizada em 19 de setembro no Espaço Acústica, mesmo local das etapas classificatórias (29/8, 5 e 12/9).

Saiba mais:

Edital Amapá: 48ª Expofeira


A Secretaria de Cultura do Amapá prorrogou até 23 de setembro o recebimento de inscrições no edital para seleção de projetos artístico-culturais produzidos no Estado nas áreas de música, dança, teatro adulto, teatro infantil, hip hop, circo e grupos tradicionais de batuque, zimba e sairhé, que queiram se apresentar durante a 48ª Expofeira, a ser realizada de 21 a a 30 de outubro no Parque de Exposições da Fazendinha, distrito de Macapá.

Baixe o edital no site da Secult-AP: http://www.secult.ap.gov.br/?p=426

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Música Recife: Arthur de Faria

Primeiro show solo do músico gaúcho Arthur de Faria em Recife. Participações dos pernambucanos Alessandra Leão e Caçapa.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Agenda Belém: A Zona é Cultural



Conheça os vencedores do 4º Festival de Videoclipes do Tocantins


Na sexta, 19 de agosto, aconteceu em Miracema (TO) o 4° Festival de Videoclipes do Tocantins. Onze vídeos concorriam em duas categorias: Melhor Videoclipe Tocantinense e Melhor Videoclipe Nacional (ou seja, produzidos fora do Tocantins). Assista aqui aos premiados. Veja no Som do Norte a lista dos participantes. A premiação foi entregue no dia 20.

Melhor Clipe Tocantinense - Júri Técnico

Clipe: O Cidadão
Músico: Cleiton Barsatto (Pop Rock)
Direção: Caio Brettas
Produção: Trade Rock (Palmas-TO/ 2011)
Duração: 4’30’’
Formato: HDV


Melhor Clipe Nacional - Júri Técnico

Clipe: No Baque
Banda: Soatá (MPB Rock)
Direção: Carlos Hardt
Produção: Cia de Canalhas (Curitiba-PR/ 2010)
Duração: 3’10’’
Formato: DVCAM


Melhor Clipe Tocantinense - Júri Popular

Clipe: O Radiante
Músico: Alexandre Poli (Pop Rock)
Direção: Caio Brettas
Produção: Trade Rock (Palmas-TO/ 2011)
Duração: 4’30’’
Formato: HDV


Não localizamos este clipe no YouTube, por isso vai aqui a foto

Melhor Clipe Nacional - Júri Popular

Clipe: Pode Acreditar
Músico: Marcelo D2 - participação Seu Jorge (Hip Hop)
Direção: Paulo Muppet, Luciana Eguti e Johnny Araújo
Produção: Birdo e Margarida Filmes e Flores
(São Paulo-SP/ 2010)
Duração: 4’13’’
Formato: HDV



Menção Honrosa

Clipe: O Que Me Satisfaz
Banda: Cise (New Rock)
Direção: Armando Fonseca
Produção: Armando Fonseca / Thiago Moraes “Quadrado” (São Paulo-SP/ 2010)
Duração: 5’
Formato: HDV


domingo, 21 de agosto de 2011

Música Belo Horizonte: Alexandre Andrés e Ilessi

Ilessi considera Alexandre Andrés "um dos maiores compositores da atualidade".

Veja também:

  • Foi Show: Ilessi - resenha sobre apresentação do show Brigador em Belém no dia 7 de janeiro

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Feira da Música de Fortaleza: Carta Aberta à Sociedade

Este ano a Feira da Música realiza sua 10ª edição, nos dias 17 a 20 de agosto, com mais de 30 apresentações musicais, valorizando a cena musical independente. Além do Encontro Internacional de Música com oficinas e painéis, pensando a música como forma de mobilização política, propondo debates, desde a sustentabilidade dos festivais e gestão de negócios, passando pelo ativismo digital e a geração pós rancor, que este ano mobilizou através da internet, marchas em todo o país.

No palco da feira pioneira do Brasil, já se apresentaram mais de 4 mil músicos, em mais de 650 shows, com mais 663 expositores movimentando a cadeia produtiva da música, e mais de 35 mil pessoas a cada edição. Estes números mostram que a Feira da Música de Fortaleza é o evento mais representativo no setor, sempre oferecendo a programação inteiramente gratuita para o público visitante.

No entanto, três dias antes do evento acontecer, a Feira recebe a notícia de que o convênio com a FUNARTE não poderia mais ser homologado, o que gera um corte significativo no seu orçamento. O artigo 20 da Lei de diretrizes orçamentárias proíbe a celebração de convênios entre os órgãos públicos e as entidades privadas (ongs e associações). Desta forma, a realização dos convênios só é possível através dos órgãos governamentais, como as Secretarias de Estado e Municípios.

Acreditamos que esta determinação “legal” está causando imensos prejuízos à cultura brasileira, em especial, às entidades culturais sem fins lucrativos, que mesmo com toda a documentação regularizada e sem qualquer pendência na prestação de contas dos convênios celebrados anteriormente, estão impedidas de propor projetos e receber novos recursos do MINC – Ministério da Cultura, através do FNC – Fundo Nacional de Cultura.

Embalados por uma motivação colaborativa que está se espalhando por todo o país, a Feira da Música de Fortaleza lançou o “Clamor Manifesto” que está disponível em uma plataforma de CrowdFounding, chamado CATARSE. Através desta plataforma, a Feira da Música está atraindo colaboradores em todo o território nacional para atingir ou ultrapassar a meta de 20 Mil Reais.

Clamor Manifesto – Feira 10 from Coletivo Fórceps on Vimeo.

Avaliamos a necessidade desta ação por 3 motivos:

- Fortalecer as redes colaborativas dentro da própria Feira da Música como saída para o corte;

- Repensar o artigo 20 da Lei de Diretrizes Orçamentárias;

- Mostrar a força das redes, principalmente como a do Circuito Fora do Eixo como fonte mobilizadora e agregadora.

Sugerimos o apoio ao projeto “ Clamor Manifesto” – Feira da Música de Fortaleza que está recebendo colaborações no site www.catarse.me. O link exato de onde está o projeto é:

http://catarse.me/en/projects/261-clamor-manifesto-feira-da-musica

Gostaríamos de contar com a sua colaboração, no sentido de vincular este Clamor em seu veículo de comunicação ajudando a fortalecer a cultura Brasileira.

Atenciosamente,

Feira da Música de Fortaleza

* Publicado originalmente no

***
NR: A não ser que a lei tenha sido modificada na semana passada - do que confesso que não ouvi falar -, o artigo impedindo o convênio já existia quando da negociação entre Feira e Funarte (isto é o que pude deduzir da leitura do texto acima), de modo que não entendo como a Funarte pôde se comprometer oficialmente, a ponto de os organizadores do evento darem esse crédito como certo. Por que ninguém da área jurídica da Funarte ou do MinC alertou a direção da entidade a tempo de se evitar a situação atual? Considero isso inadmissível. (Fabio Gomes)


Música Santa Maria (RS): Jazz do Monte

Laura Dantas cria melodias para letras inéditas de Noel Rosa

A passagem ao domínio público de parte da obra de Noel Rosa - a criada unicamente por ele, ou junto com parceiros que faleceram antes dele -, em janeiro de 2008, abriu uma série de possibilidades para a difusão de sua obra e até de criação de novas obras, a partir das originais. Posso dizer que atuei nessas duas frentes: primeiramente, em março de 2008, coloquei no ar um hotsite dentro do site Brasileirinho. No campo da criação, sugeri à cantora e compositora baiana Laura Dantas, em maio de 2009, musicar letras inéditas de Noel, cujas melodias são consideradas perdidas ou inexistentes. Ela abraçou o projeto, que denominamos Noel Inédito, e apresentou publicamente a primeira amostra deste trabalho quatro dias antes do Centenário: em 7 de dezembro de 2010, no show Mil Tons no Teatro do Irdeb (Salvador).




A TVE da Bahia gravou o espetáculo, exibido em 31 de julho de 2011, às 19h, o que motivou a publicação desta nota:


Correio da Bahia - Coluna Vip - Telma Alvarenga - 29.07.11

Relíquias de Noel
Dez letras inéditas de Noel Rosa, com melodias dadas como perdidas ou inexistentes, serão gravadas pela baiana Laura Dantas. A cantora já musicou a maior parte e pretende reunir as canções em um CD, no ano que vem. “Não tento imaginar o que Noel faria com as letras. Estou imprimindo a minha personalidade como compositora nessas músicas”, diz Laura. Três delas podem ser conferidas em um especial que a cantora gravou para a TVE, que vai ao ar domingo, às 19h. Antes do álbum Noel Inédito, ela lança, ainda este ano, seu primeiro disco, Mil Tons.



Laura Dantas: CD com letras inéditas de Noel Rosa

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Participei do programa através de um depoimento contando sobre o convite a Laura. Minha participação foi gravada aqui em Belém, perto do Pier das Onze Janelas, pela equipe da TV Cultura do Pará.


Música: CD duplo com choros de Radamés Gnattali traz 5 inéditas

O pianista paulista Marco Antonio Bernardo lança pela CPC-Umes o CD duplo Radamés Gnattali - Integral dos Choros para Piano Solo. O álbum, o primeiro do gênero a ser lançado, traz cinco músicas de autoria do maestro gaúcho que eram inéditas em gravação - as valsas "Pretensiosa", "Preciosa" e " Vaidosa nº 3", o choro "Trapaceando", além da composição "Moto Contínuo nº 2". Esta última foi gravada a partir do manuscrito original, inédito em edição.

Outras 15 músicas também foram tocadas por Bernardo a partir do manuscrito original - embora sem partitura impressa, algumas são até bem conhecidas pelos fãs de Radamés Gnattali, a começar pela valsa "Uma Rosa Para Pixinguinha", gravada pelo próprio autor em diversas ocasiões.

O texto do encarte do disco faz ainda outro destaque importante:

"No repertório, abrir-se-á duas exceções para choros pensados para piano com acompanhamento de conjunto – Papo de Anjo e Zanzando em Copacabana – em que Bernardo realizou cuidadosas adaptações de baixos da mão esquerda, respeitando a grafia original das partituras e, principalmente, o estilo do compositor, transformando-as em peças para piano-solo à maneira de suas pares."

O texto completo, junto com a relação completa das músicas e seus respectivos gêneros, pode ser lido no blog de Bernardo.

"Papo de Anjo" é justamente uma das quatro faixas que podem ser ouvidas na página do disco no site da gravadora. Não constam informações sobre o valor do disco ou como adquiri-lo. Também não há, por enquanto, show de lançamento marcado.

Saiba mais

domingo, 14 de agosto de 2011

Rap Canoas (RS): Inquérito debate "Um Brinde"


Integrantes da banda de rap Inquérito, de Campinas (SP) - o vocalista Renan Inquérito e o backing vocal Pop Black - e o diretor do videoclipe "Um Brinde", Vras77, estarão em escolas de Canoas segunda e terça, dias 15 e 16, debatendo o impacto do álcool na sociedade.

O tema é abordado no clipe (veja abaixo), recentemente premiado no Festival Nacional de Cinema Curtamazônia, em Porto Velho (RO). O vídeo já foi exibido em mais de 170 pontos do Brasil e 5 do exterior: Londres, Nova York, Cuba, Guiné Bissau e Lisboa.

Com cenas gravadas nos municípios paulistas de Santa Bárbara D´Oeste, Nova Odessa e Campinas, "Um Brinde" passa pelo plantio da cana de açúcar, pelo etanol que abastece os carros, pelo produto que adoça os alimentos e bebidas e chega à cachaça e aos derivados e aos malefícios que a ingestão da bebida pode causar.



Festival Nacional de Contrabaixo em Belém anuncia datas e convidados

O Festival Nacional de Contrabaixo, realizado em Belém (PA), passa a ser promovido, a partir deste ano, pela recém-fundada Associação Amigos da Música Instrumental - Pará (AAMI-PA). O presidente da entidade, Marcus Braga, anunciou há pouco as datas e nome de músicos que estarão na programação.

O evento acontece de 10 a 12 de novembro, e vai trazer à capital paraense nomes como Celso Pixinga (SP), Ronaldo Lobo (SP), Adriano Gifone (RJ), Joel Moncorvo (BA), Frank Negrão (BA) e Henrique Fontoura (PR).

Também já está confirmada a vinda de um grupo de professores da Berklee School of Music (Boston-USA): Jim Stinetti, Grant Stinetti e Todd Johnson.

  • Saiba mais sobre a Associação Amigos da Música Instrumental - Pará no blog Som do Norte.

Música Rio de Janeiro: 100 anos de Pedro Caetano!

O show comemora o centenário do compositor Pedro Caetano, autor de clássicos da música brasileira como " É com esse que eu vou" e "Onde estão os tamborins"; outras músicas suas de destaque são "Nova ilusão", "O bom cabrito", "Retratinho dele" e "A felicidade perdeu seu endereço".

O show é uma iniciativa de familiares do compositor e de artistas empenhados em destacar sua importância para a cultura brasileira. No palco, as vozes de Cristina Buarque, Marcos Sacramento e Mariana Baltar, e os músicos Lena Verani (clarinete), Pedro Aragão (bandolim), Jayme Vignoli (cavaquinho), Josimar Carneiro (violão 7 cordas), Luiz Flávio Alcofra (violão), Netinho Albuquerque e Magno (percussões), além da participação especial de Chico Adnet, grande amigo e parceiro de Pedro Caetano. Direção musical de Pedro Aragão; roteiro e direção geral de Marcos Sacramento.

  • Pedro Caetano - Nascido em Bananal (SP), passou a maior parte da vida no Rio de Janeiro. onde encontrou ambiente propício para desenvolver seu talento musical. Foi frequentador assíduo do Café Nice, um dos bares onde germinava a boemia carioca na chamada época de ouro do rádio, nos anos 30 e 40. Lá, conheceu autores que, como ele próprio, se tornariam grandes nomes da nossa música, muitos dos quais seriam seus parceiros em composições inspiradas que percorrem os vários gêneros musicais, dentre os quais Claudionor Cruz. Autor de vários clássicos, teve suas composições gravadas por cantores de sucesso como Francisco Alves, Orlando Silva, Aracy de Almeida, Elis Regina, Paulinho da Viola, Nara Leão e Céu da Boca.

Serviço

100 anos de Pedro Caetano! - Cristina Buarque, Marcos Sacramento e Mariana Baltar

Datas: 25 e 26 de agosto, quinta e sexta, 19h30
Local: Teatro Rival Petrobras (Rua Álvaro Alvim, 33 a 37 – subsolo - Cinelândia) - Rio de Janeiro
Preço: R$ 40,00 (inteira), R$ 30,00 (primeiros 200 ingressos) e R$ 20,00 (estudantes, idosos e professores da rede municipal)
Informações e reservas: (21) 2524-1666
Censura: 16 anos


sábado, 13 de agosto de 2011

Show Belém: Brown-Há

Aqui em Belém, quando as luzes se apagam repentinamente, se diz que "faltou energia" (enquanto, no Sul, se diria que "faltou luz"). Ontem à noite, de fato, a quadra onde fica o Studio Pub esteve sem luz entre 2h40 e 2h50, devido a alguma falha no sistema elétrico da cidade (que, pra variar, a gente jamais fica sabendo exatamente a causa). Mas uma coisa lhes garanto: energia é que não faltou, nem para a banda Brown-Há, nem para o público que foi curtir a banda de Brasília!

No ano passado, a Brown-Há tocou no primeiro Festival Megafônica, e voltou agora a Belém para participar nesta sexta, 12 de agosto, junto com a banda paraense Aerolito, da festa de lançamento da edição 2011 do evento, prevista pelo Coletivo Megafônica para outubro.

A Brown-Há fez um show vigoroso, com boa pegada rock'n'roll, colocando todo mundo pra dançar ao som das músicas de seu primeiro EP, lançado em 2008 (como "Hey Babe" e "Boemia"), e já antecipando algumas ("Loucura" e "Tender), que estarão no próximo disco, com lançamento previsto para setembro (eles já gravaram 6 faixas, e irão mixá-las assim que retornarem a Brasília). Os dez minutos sem energia elétrica não chegaram a esfriar os ânimos de banda & galera, e assim que a luz voltou o quinteto até mandou uma música que não estava no set list, "Essa Rotina", seguindo com "Movimento Browniano" e fechando com "Bulldog's".
  • Pocket show - Mais cedo, por volta de 19h, a Brown-Há realizou um pocket show acústico, no Espaço Benedito Nunes da Saraiva MegaStore - foi a primeira vez, a banda, embora já tenha tocado em boa parte do Brasil, ainda não passara por esta experiência. A mediação foi minha, a convite de Bárbara Andrade, da Megafônica, e de Tainah Fagundes, da Saraiva. Embora pego de surpresa pelo convite, não tive maiores dificuldades, afinal conheço a banda desde que estivemos no Festival Quebramar, em Macapá (AP), em julho do ano passado; reencontramo-nos meses depois aqui em Belém justamente no Festival Megafônica, do qual eu fiz a assessoria de imprensa. O bate-papo passou por algumas histórias desses eventos, pelo processo de composição da banda e por uma novidade pra boa parte dos presentes - a parceria entre os guitarristas Fernando Jatobá, da Brown-Há, e Yuri Malcher, da Paris Rock. A composição, com levada de brega paraense (e denominada "Bregote") já foi apresentada em dois shows da Paris, inclusive um ali na própria Saraiva, no Dia Mundial do Rock, em 13 de julho. A Brown-Há tem planos de retornar a Belém em breve para lançar o segundo EP.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Feira da Música de Fortaleza sofre corte de verbas

Clamor Manifesto - Feira 10 from Coletivo Fórceps on Vimeo.

Este vídeo-clamor-manifesto foi postado pelo Coletivo Fórceps (CE) no Vimeo perto de 19h de hoje. Neste dia 12, a cinco dias do início da 10ª edição da Feira da Música de Fortaleza, o evento foi informado que não recebia uma verba prometida pela Funarte, no valor de R$ 130.000,00 (cen-to-e-trin-ta-mil reais!!!)!!!

Entre a opção mais simples, e dolorosa (cancelar o evento) e a mais corajosa, porém difícil (manter a programação) os organizadores preferiram a segunda: a Feira será realizada, no período previsto, 17 a 20 de agosto.

A eles, nossos parabéns e nossa solidariedade!

  • Como ajudar - Para arrecadar 20 mil reais, de forma a minimizar os prejuízos sofridos, a Feira criou uma página no site de financiamento coletivo de projetos Catarse. Você pode contribuir, até o dia 31 de agosto, com qualquer valor a partir de R$ 10,00, em troca de benefícios exclusivos (que vão desde seu nome ser eternizado num espaço da Feira, a bate-papo com artistas e participação nas rodadas de negócios). Para fazer a doação, clique nesta página do Catarse. Em tempo: pelas regras do site, ou se atinge pelo menos 20 mil reais até dia 31, ou a Feira não recebe nada, com o dinheiro sendo devolvido aos doadores. Não deixe isso acontecer!

Agenda São Paulo: Artista de Rondônia une música e literatura no FILE

O trabalho Musicontos e Poemúsicas, do artista rondoniense Rinaldo Santos, está exposto ao público desde 19 de julho na galeria de artes do SESI, na Avenida Paulista (São Paulo), dentro da programação do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica - FILE 2011. A mostra encerra em 21 de agosto. Rinaldo também é um dos integrantes da banda Soda Acústica.

Musicontos e Poemúsicas participou em 2010 do Festival Internacional da Imagem em Manizales, Colômbia, na categoria de Paisagem Sonora e também no “AMAZÔNIA, A ARTE”, catálogo e exposição, idealizado pelo Museu Vale da Fundação Vale, que revela artistas com trajetórias distintas, consolidadas ou em desenvolvimento, na região amazônica.

Os trabalhos expostos são composições que exploram a Música e a Literatura, a tal ponto, que já não possam ser classificadas como música ou conto, poema ou música, por serem instantaneamente ambas as coisas.

Nos Musicontos, os sons formam uma narrativa curta em que os conflitos e sentimentos da trama não nos chegam pelas formas convencionais escritas ou verbais, mas direcionados, primeiramente, aos nossos ouvidos, através de citações e metáforas sonoras de um possível subtexto, para serem escutados tantas vezes quanto necessário.

Sem Pressa


Ouça Sem Pressa




baixe sem pressa (mp3)

(Para conhecer outros trabalhos da série, clique aqui).

Já nas Poemúsicas, a música não aparece como um fundo musical do poema. Tampouco o poema figura como um parêntese da música. São invenções sonoras intencionalmente poéticas. Quando juntos, os discursos sonoros e literários atuam em simultaneidade e similaridade de importância.

Rinaldo Santos prepara para breve o lançamento de um CD, que está gravando nos estúdios HAICAI e LECAOS, em parceria com o Coletivo C.A.O.S. e apoio da ACME-Associação do Coletivo Madeirista.

* Agradecimento: Janaína Leity,
de Porto Velho

Publicado originalmente no Som do Norte

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Música Rio de Janeiro: Pedro Miranda Convida


Música Rio de Janeiro: Metá Metá




Desculpem não postar antes, mas recebi só hoje.

Música Porto Alegre: Caio Martinez



Prêmio Tocantins: Apoio à Preservação das Tradições Indígenas


Para homenagear e fortalecer a cultura indígena no Tocantins, o governo do Estado lançou o Prêmio Indjarruri Karajá 2011 de Apoio à Preservação das Tradições Indígenas, que contempla as manifestações de culturas populares do Tocantins, em conformidade com o Plano de Trabalho Anual do Fundo Estadual de Cultura, aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura do Tocantins e dará R$ 200 mil em premiação.

- É uma homenagem ao nosso grande líder Indjarruri, por todo o seu trabalho tanto no Tocantins, como em nível nacional, no movimento nacional e estudantil indígena, pois ele foi o primeiro líder. Para as comunidades indígenas é a grande oportunidade de mostrar seus projetos, porque quem sabe de suas necessidades e demandas são os próprios indígenas - informou Joana Munduruku, coordenadora Indígena da Secretaria Estadual da Cultura.

Podem ser inscritos projetos sobre gravação de CD e DVD, literatura indígena e festas tradicionais. Acesse o edital no site da Secretaria da Cultura do Estado do Tocantins



  • Idjarruri Karajá - O prêmio leva seu nome, numa homenagem póstuma. Idjarruri (foto ao lado) abandonou ainda criança a aldeia, na Ilha do Bananal, para concluir o primeiro grau. Nos anos 70 uniu-se a outros estudantes em Brasília para formar a União Nacional Indigenista (Unind). Sofreu represálias e viu companheiros serem mortos. Idjarruri representou o Brasil como um dos três delegados no encontro para discutir o desenvolvimento institucional indígena, no México. Foi representante da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Música Rio de Janeiro: Nova Cena Musical



Música São Paulo: Vinicius Cedotti



Show de lançamento do novo CD do artista, cujo estilo musical é o pop/rock.

Baixe grátis as primeiras gravações de Noel Rosa

Este blog orgulhosamente apresenta o CD virtual Noel Rosa Cantor - Vol. 1.

Lançado em 2 de julho de 2011 pelo site Brasileirinho, o pacote de download inclui 14 das primeiras gravações do Poeta da Vila, realizadas entre 1930 e 1932 (com as respectivas fichas técnicas), uma charge feita pelo próprio Noel (imagem ao lado), além de um texto inédito sobre o legado e a importância de Noel Rosa para a música brasileira, de autoria do jornalista Fabio Gomes, compilador do CD e editor deste blog, que assim comenta o lançamento:

- Não são exatamente as primeiras 14 gravações de Noel Rosa. Em parte porque só foram incluídas composições em domínio público (ou seja, das quais Noel é o único autor), e também porque eu optei por reservar as segundas versões de "Com que Roupa" e "Cordiais Saudações", as únicas que ele regravou, para o CD Noel Rosa Cantor - Vol. 2, com lançamento previsto para dezembro. Também estamos preparando três CDs virtuais com músicas de Noel na voz de outros intérpretes, em gravações originais feitas entre 1930 e 1940.

Este material encontra-se em domínio público, podendo portanto ser livremente distribuído, de acordo com a Lei do Direito Autoral em vigor no país. Você poderá baixá-lo aqui gratuitamente. Como retribuição, lhe pedimos apenas a gentileza de ajudar a divulgar a iniciativa, compartilhando o link deste post em suas redes sociais, para que mais gente conheça nossas iniciativas em prol da memória de Noel Rosa.

Todos os CDs virtuais incluirão, a exemplo do primeiro, um texto de Fabio Gomes e uma charge de Noel Rosa, que fará as vezes de capa.

Os destaques deste primeiro lançamento são: a estreia fonográfica de Noel ("Festa no Céu"), seu primeiro grande sucesso ("Com que Roupa?") - este samba também é um clássico da música popular brasileira, assim como outra do pacote, "Gago Apaixonado" - e três duetos, um com João de Barro ("Picilone") e dois com Artur Costa ("Espera Mais um Ano", que foi lançado apenas após a morte de Noel, e "Mentiras de Mulher"). Predomina na seleção a faceta satírica que caracterizou o início da produção noelesca.

CD Noel Rosa Cantor - Vol. 1

14 faixas (Festa no Céu - Minha Viola - Com que Roupa/1ª versão - Malandro Medroso - Gago Apaixonado - Cordiais Saudações/1ª versão - Mulata Fuzarqueira - Picilone - O Pulo da Hora - Vou te Ripar - Por Causa da Hora - Nunca... Jamais - Espera Mais um Ano - Mentiras de Mulher)

MP3 128 Kbps, 44 KHz

Duração - 38:55



***


Leia trecho do texto inédito de Fabio Gomes sobre Noel Rosa que acompanha o CD:

"Poucos artistas brasileiros produziram em tão pouco tempo uma obra tão vasta e de tamanha qualidade. Noel deixou um legado de 259 músicas, entre as quais clássicos da música popular brasileira como “Com que Roupa?”, “Palpite Infeliz”, “Fita Amarela”, “Conversa de Botequim” e “Feitiço da Vila” (as duas últimas em parceria com Vadico). Tematicamente, tanto abordou temas universais, como amor e tristeza, quanto traçou um retrato do Rio de Janeiro de seu tempo, ao descrever seus bairros e seus tipos característicos, em letras com humor, ironia e romantismo. Em suas melodias elaboradas, várias de suas soluções harmônicas antecipavam os avanços da Bossa Nova."


Agenda Brasília: Sarau da Tribo das Artes


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Resposta: Curso à distância de Jornalismo Cultural

Obrigado pelo interesse em nosso Curso à distância de Jornalismo Cultural.

Aguarde que em seguida enviamos os dados para depósito através do banco que você escolheu.

Grato,

Fabio Gomes
Jornalismo Cultural

Resposta: Workshop Me Formei, E Agora?

Obrigado pelo interesse em nosso Workshop Me Formei, E Agora?

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Grato,

Fabio Gomes
Jornalismo Cultural

Rapidola

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Enquanto isso, que tal ouvir o Disco do Mês do Som do Norte?