quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Entre turistas e baianos: Projeto Espicha Verão


Por Calila das Mercês
de Salvador


Música,dança, festival gastronômico e arte. Quem esteve no Pelourinho entre os dias 22 e 24 pode ver que não é só de carnaval que vive a cidade do axé. De Cidade Negra a Agnaldo Timóteo. De Vivendo no Ócio à Orquestra do Maestro Fred Dantas. As ruas e praças do Pelô ficaram lotadas por causa do Projeto Espicha Verão, evento que acontece pela primeira vez com shows gratuitos.

No primeiro dia do projeto (22), o Largo do Pelourinho recebeu o grupo carioca Cidade Negra que fez um show para ninguém botar defeito. Toni Garrido, com sua voz marcante, cantou junto com centenas de pessoas as músicas conhecidas do grupo de reggae que já tem 27 anos de estrada. A banda relembrou sucessos como 'Firmamento', 'Aonde Você Mora' e 'Amor Igual ao Teu'.

Também era possível ouvir o som do berimbau e das cantigas de capoeira pelas ruas do Pelourinho. Tinham vários grupos folclóricos pelas ruas, como os Caretas e Bombachos do Acupe, da cidade de Santo Amaro, e as Tranças e Fitas, de Salvador.

O evento ainda contou com diversas apresentações musicais nas praças e largos. Para quem tem samba no pé e na alma, a Praça Pedro Arcanjo era o local certo. A praça virou uma grande gafieira graças ao maestro Fred Dantas. Já na Praça Tereza Batista, a batida do grupo Soul Tambor animou os presentes e no Terreiro de Jesus, o cantor Edil Pacheco levou ao palco sambistas convidados.

No palco do Terreiro de Jesus foi realizada uma homenagem, no dia 23, para Dona Canô com a presença do neto Jota Veloso, e com a participação de Jorge Vercílio, Carla Visi e Juliana Ribeiro.

Artistas paraenses colaboram para o edital do Teatro Waldemar Henrique


Por Raissa Lennon,
de Belém

Depois de muitas reuniões e conversas com a classe artística, a formatação do edital de projetos 2013 do Teatro Experimental Waldemar Henrique está cada vez mais próxima de ser finalizada. Segundo o diretor do teatro, o músico Salomão Habib é provável que no final de março o edital já esteja pronto. No dia 14 de fevereiro, aconteceu a última reunião entre representantes da classe artística paraense e gestores da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves.



“Estamos trabalhando para que esse edital fique pronto logo, mas isso dependerá de uma série de demandas que precisam ser acertadas. Já acabamos de fazer o recolhimento das opiniões da classe artística e agora estamos resolvendo as questões burocráticas”, explicou Habib.

Os artistas colaboraram com a definição de julgamento no edital, de maneira transparente. Como o teatro Waldemar tem especificidades – é menor do que os outros teatros da cidade -, os critérios que são normalmente utilizados em editais, tais como abrangência do projeto, originalidade, entre outros, não puderam ser transferidos, de forma integral, para seus projetos.

No inicio deste mês, artistas de diversas linguagens encaminhou propostas de critérios avaliativos, para o e-mail da Gerente de Linguagem Sonora da Fundação, Jamily Sampaio. As propostas foram analisadas pelos gestores da Fundação Tancredo Neves.

O rapper Bruno B.O e o guitarrista Pio Lobato foram escolhidos representantes do Grupo de Trabalho (GT) da área musical. Bruno B.O acredita que o debate ente a classe artística e os representantes da Fundação Tancredo Neves é importante para o desenvolvimento cultural da cidade, mas também relata que essa iniciativa precisa ser mais abrangente.

- Eu acho muito interessante esse tipo de trabalho, porque até então ainda não tínhamos nenhuma discussão ou debate a respeito de editais para cultura. Mas ao mesmo tempo é triste porque essa iniciativa deveria ser muito maior, e levada para os outros teatros e lugares - acredita o rapper.

Para Salomão Habib, a ideia é que essa iniciativa seja ampliada para outros lugares também:

- O feedback com a classe artística é muito importante já que o edital está destinado para eles. E por causa dessa conversa se tem mudanças significativas no edital, por exemplo, o projeto “Pauta Residência” era destinado só ao teatro, agora se expandiu para teatro e dança.

Bruno B.O. alerta que “os artistas também tem que participar dos debates, por exemplo, se tem uma banda com cinco músicos, não é possível que pelo menos um não possa ir. A participação é essencial para fazer uma pressão visual, e mostrar para os representantes do Estado que nos estamos interessados em transformação.  Eu acho que este é o primeiro passo, de uma política de transformação cultural. É claro que todo o edital tem seus defeitos, esse com certeza vai ter, porque sempre vai ter um segmento artístico que vai achar que não foi contemplado como deveria, mas isso é a democracia. Talvez esse possa ser um dos editais mais interessantes lançados até agora”.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Inscrições abertas para Workshops de Fabio Gomes em Macapá em abril

Estão abertas as inscrições para os workshops Jornalismo Cultural 2.0  e Me Formei, e Agora?, a serem ministrados pelo jornalista Fabio Gomes no Auditório do MIS, em Macapá, no mês de abril.

Gaúcho de Porto Alegre, Fabio Gomes formou-se em Jornalismo pela UFRGS em 2001 e criou os sites Brasileirinho (2002), Jornalismo Cultural (2005) e Som do Norte (2009). Desde 2010, mora em Belém. Colaborou com a Rádio América e site Rockazine (ambos de São Paulo), jornal Vaia (Porto Alegre), site Pará Música (Belém), revista Intera e site da Rádio Vertical (os dois de Manaus). Atualmente, é colunista do blog Roraima Rock'n'Roll e colabora com a Folha de Boa Vista. Também atua como assessor de imprensa de artistas e eventos culturais, além de produzir o trabalho de diversas cantoras da região Norte, entre elas Vanessa Rafaelly e Ana Martel, do Amapá. Já participou de debates e ministrou cursos e palestras nos estados do Acre, Amapá, Bahia, Pará, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.
Com Luiz Carlos da Vila em debate 
sobre samba na Bahia em 2007

O Workshop de Jornalismo Cultural tem no nome o adendo "2.0" devido às mudanças que a internet vem introduzindo neste campo do Jornalismo. Conforme Fabio Gomes, "a antiga separação entre artista, jornalista cultural e público é cada vez menos visível: artista e público veiculam notícias e opiniões, muitas vezes complementando ou contrapondo o que sai na mídia. O público também deixou de ser passivo e procura interagir tanto com a imprensa quanto com os artistas. Mas a mídia tradicional ainda se mostra um pouco relutante em incorporar as mudanças ocorridas nos modos de fazer e de consumir cultura". O workshop aborda estas mudanças, exemplificadas com o trabalho do jornalista à frente do blog Som do Norte, inicialmente em Porto Alegre e atualmente em Belém. "A ideia é levar cada participante do workshop a pensar como pode aplicar em seu trabalho os princípios do Jornalismo Cultural 2.0. O espaço estará constantemente aberto para o diálogo e a troca de experiências entre os participantes", acrescenta Fabio. O evento se destina a jornalistas que atuem na imprensa na área cultural, profissionais em geral (formados em Jornalismo ou não) que mantenham sites ou blogs direcionados à cultura, produtores culturais e artistas das mais diversas áreas (música, cinema, teatro, literatura, artes visuais, artes gráficas etc.) Conforme o ministrante, "a atividade é direcionada para aqueles cujo trabalho se relacione, de algum modo, com o jornalismo cultural, e busca elementos para qualificar ou mesmo repensar o que faz." O Workshop Jornalismo Cultural 2.0 será realizado no dia 13 de abril, sábado, das 14 às 17h.

Fabio Gomes
(foto: Talita Oliveira)

No Workshop "Me Formei, E Agora?", Fabio Gomes detalha os conceitos e técnicas empregados em sua revisão de carreira e estabelecimento de objetivos, processo que realizou em 2009 (e que teve como uma das consequências o lançamento do blog Som do Norte). A ideia de criar o workshop nasceu da constatação de que as faculdades de Comunicação Social não preparam seus alunos para o empreendedorismo ou mesmo para a tendência contemporânea de trabalhar como empregado tendo atitude de empreendedor. "É como se a universidade desse como certo que todos serão empregados em grandes veículos, e ponto", comenta Fabio. "Isto faz com que pouca gente aproveite o período pré-formatura para se planejar, levando então muitas a se fazerem esta pergunta: 'Me formei, e agora?'". O evento é recomendado não apenas para recém-formados, mas também para quem já esteja há algum tempo no mercado e sinta necessidade de estabelecer novos rumos. "Foi o que me aconteceu", conta Fabio, "já que em 2009 eu estava formado há oito anos, mas sentia minha carreira estagnada".  Os participantes irão ver vários conceitos, como o estabelecimento de metas, foco, ações-meio e ações-fim, diferencial competitivo e os 5 Valores (Currículo, Experiência, Contatos, Projeção e Remuneração), entre outros, todos ilustrados com exemplos reais. O Workshop Me Formei, E Agora? será realizado no dia 11 de abril, quinta, das 18h30 às 21h30.

Os assuntos abordados no Workshop "Me Formei E Agora?" já foram objeto de uma palestra de Fabio Gomes em Belém em 2011. No formato original, o workshop estará sendo realizado pela primeira vez em Manaus em março, e ainda é inédito em Macapá. Já o Workshop Jornalismo Cultural 2.0 foi desenvolvido a partir do Curso de Jornalismo Cultural que Fabio criou em 2005 a pedido da Fundação Getúlio Vargas e do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, tendo estreado em Belém na programação paralela do festival Conexão Vivo 2010. Posteriormente, já foi realizado mais sete vezes, três em Belém, uma em Boa Vista, uma em Capanema (PA) e duas em Macapá - na Escola de Música Oscar Santos, em 2010, e também no MIS, como parte da programação do 5º Festival Quebramar, em dezembro passado.

As inscrições para cada Workshop custam R$ 40,00 (com 50% de desconto para estudantes, mediante comprovação) e devem ser feitas diretamente no MIS-AP, no 2º andar do Teatro das Bacabeiras, com Luan Macêdo ou Maksuel Martins, de segunda a sexta, em horário comercial (9h às 12h e das 14h às 18h). Outras informações com Mary Paes, nos fones 96-9179-4950 ou 8128-5712.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Jornalista Fabio Gomes realiza Workshops em Manaus em março - inscrições abertas

  


   
Estão abertas as inscrições para os workshops Jornalismo Cultural 2.0  e Me Formei, e Agora?, a serem ministrados pelo jornalista Fabio Gomes no Espaço Cultural da Livraria Valer, em Manaus, no começo de março. Ambos ocorrem pela primeira vez no Amazonas.
Foto: Nathália Bormann


Karine Aguiar
Gaúcho de Porto Alegre, Fabio Gomes formou-se em Jornalismo pela UFRGS em 2001 e criou os sites Brasileirinho (2002), Jornalismo Cultural (2005) e Som do Norte (2009). Desde 2010, mora em Belém. Colaborou com a Rádio América e site Rockazine (ambos de São Paulo), jornal Vaia (Porto Alegre), site Pará Música (Belém), revista Intera e site da Rádio Vertical (os dois de Manaus). Atualmente, é colunista do blog Roraima Rock'n'Roll e colabora com a Folha de Boa Vista. Também atua como assessor de imprensa de artistas e eventos culturais, além de produzir o trabalho de diversas cantoras da região Norte, entre elas a amazonense Karine Aguiar (à direita). Já participou de debates e ministrou cursos e palestras nos estados do Acre, Amapá, Bahia, Pará, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.

O Workshop de Jornalismo Cultural tem no nome o adendo "2.0" devido às mudanças que a internet vem introduzindo neste campo do Jornalismo. Conforme Fabio Gomes, "a antiga separação entre artista, jornalista cultural e público é cada vez menos visível: artista e público veiculam notícias e opiniões, muitas vezes complementando ou contrapondo o que sai na mídia. O público também deixou de ser passivo e procura interagir tanto com a imprensa quanto com os artistas. Mas a mídia tradicional ainda se mostra um pouco relutante em incorporar as mudanças ocorridas nos modos de fazer e de consumir cultura". O workshop aborda estas mudanças, exemplificadas com o trabalho do jornalista à frente do blog Som do Norte, inicialmente em Porto Alegre e atualmente em Belém. "A ideia é levar cada participante do workshop a pensar como pode aplicar em seu trabalho os princípios do Jornalismo Cultural 2.0. O espaço estará constantemente aberto para o diálogo e a troca de experiências entre os participantes", acrescenta Fabio. O evento se destina a jornalistas que atuem na imprensa na área cultural, profissionais em geral (formados em Jornalismo ou não) que mantenham sites ou blogs direcionados à cultura, produtores culturais e artistas das mais diversas áreas (música, cinema, teatro, literatura, artes visuais, artes gráficas etc.) Conforme o ministrante, "a atividade é direcionada para aqueles cujo trabalho se relacione, de algum modo, com o jornalismo cultural, e busca elementos para qualificar ou mesmo repensar o que faz." O Workshop Jornalismo Cultural 2.0  será realizado no dia 9 de março, sábado, a partir das 9h. 

Foto: Talita Oliveira

No Workshop "Me Formei, E Agora?", Fabio Gomes detalha os conceitos e técnicas empregados em sua revisão de carreira e estabelecimento de objetivos, processo que realizou em 2009 (e que teve como uma das consequências o lançamento do blog Som do Norte). A ideia de criar o workshop nasceu da constatação de que as faculdades de Comunicação Social não preparam seus alunos para o empreendedorismo ou mesmo para a tendência contemporânea de trabalhar como empregado tendo atitude de empreendedor. "É como se a universidade desse como certo que todos serão empregados em grandes veículos, e ponto", comenta Fabio. "Isto faz com que pouca gente aproveite o período pré-formatura para se planejar, levando então muitas a se fazerem esta pergunta: 'Me formei, e agora?'". O evento é recomendado não apenas para recém-formados, mas também para quem já esteja há algum tempo no mercado e sinta necessidade de estabelecer novos rumos. "Foi o que me aconteceu", conta Fabio, "já que em 2009 eu estava formado há oito anos, mas sentia minha carreira estagnada".  Os participantes irão ver vários conceitos, como o estabelecimento de metas, foco, ações-meio e ações-fim, diferencial competitivo e os 5 Valores (Currículo, Experiência, Contatos, Projeção e Remuneração), entre outros, todos ilustrados com exemplos reais. Os interessados em participar do Workshop "Me Formei, E Agora?" têm duas opções de data: 7 de março, quinta, a partir das 19h; ou 9 de março, sábado, a partir das 15h.

Os assuntos abordados no Workshop já foram objeto de uma palestra de Fabio Gomes em Belém em 2011. No formato original, o workshop estará sendo realizado pela primeira vez justamente nestas edições previstas para Manaus. Já o Workshop Jornalismo Cultural 2.0 foi desenvolvido a partir do Curso de Jornalismo Cultural que Fabio criou em 2005 a pedido da Fundação Getúlio Vargas e do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, tendo estreado em Belém na programação paralela do festival Conexão Vivo 2010. Posteriormente, já foi realizado mais sete vezes, três em Belém, duas em Macapá, uma em Boa Vista e uma em Capanema (PA). A mais recente edição aconteceu na capital do Amapá, em dezembro, durante o 5º Festival Quebramar. O evento volta a Macapá em abril.

Para cada encontro, foram abertas 30 vagas. As inscrições custam R$ 50,00 (para cada encontro) e podem ser feitas na recepção da Livraria Valer, à av. Ramos Ferreira, 1195, centro de Manaus. Maiores informações pelo fone 92-3633-6565, com Suelen.

A realização dos encontros em Manaus é do blog Jornalismo Cultural, com apoio do site ManifestoNorte.com.

Música São Luís: Grito Rock 2013



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Veja "Walk Away", novo clipe da Girlie Hell

Nessas andanças por festivais, uma das mais agradáveis surpresas foi conhecer a banda  Girlie Hell, durante o Tendencies Rock Festival em Palmas (TO) em abril de 2010. Na época, as garotas goianas tinham apenas um EP lançado; o CD valendo, intitulado Get Hard!, saiu no ano passado.

Uma das faixas do CD, "Walk Away", ganhou clipe oficial ontem. O vídeo mescla imagens de shows e viagens da banda durante o ano de 2012 (não abrangendo, portanto e infelizmente, nosso encontro em Palmas). Confira. 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Ajude a financiar obra sobre pioneiro do Jornalismo Cultural do Acre

Chico Pop

Chico Pop foi um Jornalista Cultural que inseriu na imprensa do Acre os agitos psicodélicos de Woodstock, as guitarras elétricas do iêiêiê, a ousadia do underground, sem esquecer os embalos dos seringais, as singularidades indígenas, a programação dos cineclubes e festivais de praia. O Acre vivia um movimento total de reafirmação de sua identidade. O descaso político era evidente. As cidades eram sufocadas pelas invasões e queimadas na floresta. Enquanto isso, Chico Pop sinalizava saídas no cinema, na música, no teatro. Inventou no Acre o movimento pop. Seu jornalismo ultrapassou fronteiras, épocas e linguagens, nos conectando a outros universos ao mesmo tempo em que nos ajudava a olhar à nossa volta. Produzia efeitos num mix de escracho, ironia e generosidade, sempre com a mente livre e o coração aberto. Em seus trabalhos, estão registros rotineiros que ajudam a configurar uma história cultural de Rio Branco, durante as décadas de 1970 e 1980.

Giselle Lucena na Sala de Memória Chico Pop

A jornalista Giselle Lucena, que foi aluna da Oficina de Jornalismo Cultural que ministrei durante o Festival Varadouro 2008, em Rio Branco, estudou a obra de Chico Pop em sua monografia de conclusão do curso de Comunicação Social/ Jornalismo da UFAC, em 2009. Da pesquisa, nasceram dois desdobramentos:

1 - A “Sala de Memória Chico Pop”, localizada do espaço cultural O Casarão, revitalizado e reinaugurado em 2010. Na sala, é possível encontrar textos, fotos, além de livros e CDs que compõem o acervo do jornalista cultural Chico Pop.
2 - O livro “Do Chico ao Pop: Jornalismo e Cultura no Acre”, uma versão editada e ampliada da monografia. A produção é financiada pela Lei de Incentivo à Cultura de Rio Branco e patrocinada pela Unimed. Para as etapas finais, de lançamento, distribuição e divulgação, a autora resolveu pedir recursos através da plataforma de financiamento coletivo (crowdfunding, em inglês) Mobilize. Desta forma, você pode ajudar Giselle a levar sua pesquisa a muita gente. Você pode ajudar com valores entre R$ 18,00 a R$ 82,00, recebendo em troca um pôster do evento, camiseta, um exemplar do livro, brindes surpresas, além, claro, de registrar seu nome como apoiador do projeto. O blog Jornalismo Cultural apóia o projeto. 


“Do Chico ao Pop” é um livro sobre história e movimentos culturais: contextualiza o cenário da comunicação e da produção artística das décadas de 1970 e 1980; apresenta uma mini-biografia de Chico Pop; uma descrição e análise de seus trabalhos jornalísticos; inclui relatos e memórias de amigos, artistas, historiadores e jornalistas, como Toinho Alves, Francisco Gregório Filho, Marcos Vinícius Neves, Felipe Jardim, Karla Martins, Silvio Margarido, Naylor George, Clodomir Monteiro, entre outros. Este projeto reconhece a importância do trabalho de Chico Pop para o Acre, possibilitando que um legado de informações permaneça como acordes dissonantes, e ultrapasse, como ele prezou em vida, épocas, fronteiras e linguagens. Além de contribuir para ampliação do acervo literário e da historiografia local, e colocar em diálogo as artes, o patrimônio cultural e o jornalismo.



Giselle Lucena é formada em Comunicação Social/Jornalismo (UFAC); especialista em Produção e Crítica Cultural (PUC Minas), e mestranda em Comunicação Social (PUC Minas). No Acre, fez fanzine, foi baixista das bandas TPM e Blush Azul, repórter de cultura do jornal Página 20; e assessora de comunicação da Fundação Garibaldi Brasil. Em Minas Gerais, dá continuidade aos estudos e pesquisas sobre identidade, memória, jornalismo cultural e política pública para cultura. 




Para contribuir e saber mais:





Festa Macapá: Carnapira



Festa para maiores de 18 anos, indispensável a apresentação do RG